ANA MARIA BRAGA -Cardiologista explica cirurgia inovadora para tratamento da estenose aórtica

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Cardiologista explica cirurgia

inovadora para tratamento da

estenose aórtica

Operação custa R$ 90 mil e ainda não foi regulamentada pela ANS

19/04/2013 às 09h21
Atualizado em 19/04/2013 às 10h19
Cardiologista explica para Ana Maria o tratamento para a estenose aórtica (Foto: Mais Você / TV Globo)Cardiologista explica para Ana Maria o tratamento para a estenose aórtica (Foto: Mais Você / TV Globo)

Ana Maria Braga conversou com o cardiologista Cyro Rodrigues sobre a estenose aórtica, um problema de circulação que dificulta a passagem do sangue pelo coração, e que atinge muitos idosos. O médico alertou quanto aos sintomas da doença:

“Dor no peito, fadiga, desmaio e dispineia. Quando o paciente começa a apresentar esses sintomas, se eles não forem tratados em um ano, a estatística mostra que cerca de 50% dos doentes morrem. Muitos estão em filas de hospitais públicos sem diagnóstico feito”.

A doença só pode ser tratada com cirurgia. O procedimento tradicional é de alto risco pois envolve abrir o peito do paciente. Mas o doutor Cyro apresentou um processo alternativo, uma cirurgia menos invasiva, feita com o auxílio de um cateter.

“A operação é feita através de uma incisão da artéria da virilha. O raio X vai monitorando o caminho do cateter. Quando a válvula é posicionada corretamente, ela se expande e faz o trabalho da válvula aórtica”, explicou o médico.

Ana Maria reforçou a importância da qualidade de vida para os idosos e o doutor Cyro trouxe mais um dado importante: “Quanto antes for diagnosticado, mais chance ele tem de não morrer e de mudar a qualidade de vida. Com o implante via cutâneo a mortalidade cai em 20%.”

Porém, a Agência Nacional de Saúde ainda não reconheceu a cirurgia, que custa R$ 90 mil, e por isso, os planos de saúde não cobrem o procedimento.

“A Agência Nacional de Saúde precisa incorporar no seu protocolo esse procedimento como válido. Os trabalhos vêm mostrando, de 2004 para cá, a eficiência do cateter. Quando aprovado, esse procedimento passará a ser válido tanto na saúde pública quanto na área de saúde complementar, para os planos de saúde. Estamos lutando pela aprovação há quase quatro anos”, avisou o especialista.

 

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